Trovas do Lima

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Como o título sugere, esta obra é um hino ao rio Lima, à zona ribeirinha,às suas gentes e suas festas, num total de 23 poemas, acompanhados de imagens elucidativas da paisagem limiana.

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Prefácio

Nasci, pertinho do Lima. Acordei, muitas vezes, com a voz enrouquecida dos carreteiros que gritavam aos bois e ao som estridente do chiar dos carros que, dos altos dos montes, transportavam faxina e toros de pinheiro para o porto e fábricas de Viana. (…) Em tempos de estudante, passei as férias à beira-rio. Umas vezes, refastelado nos tapetes esverdeados do paul; outras, deambulando à sombra dos inúmeros salgueiros que ladeavam o ribeiro do Juncal;outras,ainda, esbracejando, rio abaixo, rio acima, a vara de uma ou outra barquinha ali ancorada e a quem a irreverência de estudante não respeitava a quietude. (…) Como qualquer rio que se preza, o Lima também tem as suas musas e as suas ninfas. Umas e outras, foram objecto da estima e inspiraram muitos vates limianos, no passado e no presente. (…)

Outros

Badanas

Fotografia do autor, seguida de alguns cargos por si desempenhados, da sua biografia e bibliografia.

Contra capa

Desenho “BARCO DO LIMA de água arriba” e respectiva legenda.

Excertos

MUSAS DO LIMA Num jardim de violetas, vivem as musas do Lima; Para inspirar os poetas e co’o verso fazer rima. PESCA Deita a rede e «estremalha», Pescador do rio Lima; -Mas se o peixe evita a malha, Lança a rede mais acima. CONCURSO DE QUADRAS DA AGONIA (…) Ó Senhora da Agonia, Ajudai o pescador, Que na Vossa romaria Leva aos ombros o andor.

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